JESUS NÃO TINHA RELIGIÃO, JESUS PREGAVA O AMOR



Jesus nasceu na Terra em meio ao Judaísmo, uma das três principais religiões abraâmicas.

Seu propósito missionário nunca foi implantar dogmas ou crenças escravizadoras aos seus seguidores. Jesus pregava apenas o amor e a simplicidade. Essa era a sua religião.

“Amai aos outros, assim como eu vos amei, não deve ser apenas luz para nós, mas uma chama que incendeia nossa alma” (Madre Tereza de Calcutá).

Quem realmente acredita e faz uso dos ensinamentos de Jesus sabe que é preciso amar o próximo como a si mesmo. Esse talvez seja um dos maiores desafios da humanidade, já que muitas vezes o egoísmo, o preconceito e o materialismo predominam no coração dos homens.

Não adianta se dizer uma pessoa de boa fé se as atitudes não condizem. De nada adianta doar roupas usadas a um mendigo, se viramos as costas ao nosso próximo num momento difícil. De nada adianta cuidar bem da sua família, e agir com grosseria ao garçom que te serve. De nada adianta falar em nome de Deus, mas ofender aqueles que não compartilham das suas crenças e ideias. De nada adianta ajoelhar-se diante do altar, se não somos capazes de respeitar o outro.

E qual seria a serventia da prece, se dentro do nosso coração guardamos raiva, ódio, desprezo, rancor, preconceito e indiferença? Precisamos ter a fé raciocinada.

Mais importante do que ter uma religião é fazer o bem. Os verdadeiros cristãos compreendem que “fora da caridade não há salvação.”


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