Capítulo 8 – Bem aventurados aqueles que têm puro o coração


A verdadeira pureza de coração só acontece quando os atos, pensamentos e sentimentos são regidos exclusivamente pela simplicidade. Mas como buscar essas virtudes em nosso planeta de provas e expiações, onde o mal ainda predomina?

Em seus ensinamentos Jesus utilizou a fase infantil da vida para melhor descrever o modelo de pureza que encontramos na Terra. Isso porque, à medida que a encarnação do espírito se aproxima ele perde pouco a pouco a consciência de si mesmo. Enquanto criança suas tendências, como o orgulho e o egoísmo, permanecem adormecidas apresentando somente a ingenuidade e a pureza.

Além dos atos, os pensamentos também têm grande influência sobre nossa evolução moral. Jesus se utilizava da palavra “adultério” para definir qualquer tipo de contrariedade à lei de Deus.

Pode-se dizer que naquele em que não mais se vê maus pensamentos, o progresso para alcançar a virtude do coração puro está realizado. Naquele em que o pensamento mal vem, mas rapidamente o afasta, o progresso está em andamento e aquele que pensa e ainda se satisfaz com esse tipo de pensamento, o progresso está todo por fazer.

O homem não chega a Deus quando está imperfeito. Portanto, toda religião que não torna o homem melhor não atinge o seu objetivo, e para se tornar melhor temos que ter não só a aparência, mas efetivamente a pureza de coração.

Assim, concluímos que para nossa evolução moral, não basta apenas a prática mecânica de atos exteriores. É necessário vigiar os pensamentos, conhecer e praticar as leis de Deus de forma raciocinada.

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